18 maio 2018

1.ª Edição do Festival Evora Africa reúne 30 artistas numa celebração da cultura e arte africanas

De 25 de maio a 25 de agosto em Évora

30 Artistas contemporâneos, músicos e performers Africanos compõem o elenco do "Evora Africa", festival que se estreia em 2018 numa organização do Palácio Cadaval com apoio da Câmara de Évora. Ao longo de três meses, o evento apresenta "um diversificado programa com exposições, concertos, performances, conferências e DJ'S. O principal objetivo do festival é fortalecer os laços culturais e históricos, promovendo o intercâmbio entre África e a Europa, celebrando novas expressões artísticas urbanas e as suas influências sobre a cultura portuguesa. A escolha da data de inauguração, 25 de maio, que coincide com o Dia de África, pretende ser mais um momento simbólico para comemorar as ligações históricas entre Portugal e Continente Africano", revela a organização.

Para além do Palácio Cadaval, o Templo Romano, o Cromeleque dos Almendres e a Biblioteca Pública de Évora serão também palco dos espetáculos do festival que receberá artistas de vários países, nomeadamente a República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Madagáscar, Mali, Moçambique, Senegal, África do Sul, Burkina Faso, entre outros.

Nesta primeira edição os artistas presentes são: Orquestra Ballaké Sissoko, Costa Neto, Irmãos Makossa, Rita Só, Johnny Cooltrane, Mbye Ebrime, DJ Rycardo, Companhia Xindiro e os jovens dançarinos, Celeste Mariposa, Bambaram, Bassekou Kouyate, Selma Uamusse, Bubacar Djabaté, Áfrika Aki, The Zaouli de Manfla, Miroca Paris, DJ Ibaaku, Sara Tavares, Congo Stars de Vibration, Dj Lucky, Lady G Brown.

Transversalmente, durante os três meses de duração da iniciativa, estará patente a exposição de arte contemporânea "African Passions", com curadoria de André Magnin - a primeira que realiza em Portugal - e Philippe Boutté, e será acompanhada por um vasto programa de música e concertos dirigidos por Alain Weber e Alcides Nascimento. Haverá também lugar para um programa educacional do qual farão parte workshops de música e dança, palestras e conferências com foco na arte, cultura e herança africanas.

Os organizadores anunciaram que "o festival contará ainda com palestras e conferências, arte pública focada na música, cultura e património africano. Esther Mahlanghu produzirá, num período de cinco semanas, especialmente para o festival, um mural de comemoração da herança africana, que se tornará num dos destaques do Evora Africa."

O Programa completo pode ser consultado em http://evorafrica.pt/pt-pt/