15 março 2016

No âmbito do Dia Mundial dos Direitos do Consumidor: DECO atendeu munícipes nos Paços do Concelho de Évora

​O Dia Mundial dos Direitos do Consumidor foi hoje (15 de Março) assinalado em Évora com uma sessão de esclarecimento aos munícipes, proporcionada pela DECO nos Paços do Concelho de Évora. Ao longo do dia, as técnicas da DECO ofereceram apoio a várias dezenas de municípes em áreas tão diversas como seguros, compra e venda, telecomunicações, banca, turismo, energia, água, saúde, educação e sobre-endividamento. Refira-se que a DECO tem o seu atendimento diário ao consumidor na Travessa Lopo Serrão, em Évora, podendo também ser contactada pelo telefone 266 744 564  ou pelo correio electrónico deco.evora@deco.pt

 

Maria Helena Guerra, responsável pelo Gabinete de Novas Iniciativas da DECO – Évora  aproveitou para divulgar alguns dados estatísticos referentes a 2015. Neste período, a energia e a água foram os sectores mais reclamados, com 152 mil consumidores a pedirem a intervenção da DECO.  Esta mediação permitiu aos portugueses o alargamento até ao final de Julho de 2016 para exercer o direito de devolução de cauções de energia e água.

 

O setor das telecomunicações é outra área de muitas reclamações. A DECO alerta sempre o consumidor para não se esquecer de verificar os prazos de fidelização. Se tem um contrato fidelizado a uma empresa de telecomunicações, não pode comprometer-se com outra operadora.

 

"A parceria da autarquia com a DECO tem sido muito proveitosa, sobretudo para chamar a atenção dos consumidores para práticas comerciais menos corretas, às vezes agressivas, que podem levar as pessoas a assinar contratos que depois não correspondem aos serviços que gostariam de ter", considerou o Presidente do Município de Évora, Carlos Pinto de Sá.

 

A Câmara tem desenvolvido parcerias com a DECO a diversos níveis, acrescentou ainda o autarca, dando como exemplo as campanhas regulares no Centro de Convívio Municipal, dirigidas à população mais idosa, sobretudo alertando para situações em que estes consumidores estão muito vulneráveis a prácticas menos correctas.

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