13 julho 2019

O espetáculo de OMIRI deslumbrou a Praça e abriu a porta ao “Artes à Rua” 2019

Começou a “ocupação das ruas e praças da cidade pela arte, pela cultura, pela provocação, pelo riso, pela crítica e pelo espanto”.

Foi ontem sábado, com a Praça do Sertório cheia, que aconteceu o primeiro grande espetáculo do “Artes à Rua”, edição 2019. Um espetáculo preparado por mais de uma centena de artistas e criadores, envolveu literalmente o público numa imponente expressão artística que fez de toda a Praça um palco a 360 graus. E Évora esteve ali dentro, a cidade das pessoas e das suas artes, bem representada na música de OMIRI, em diálogo vivo com as imagens de todos nós. A compor tudo isto, esteve também a arte de quem lá foi: Afonso Branco, Cantares de Évora, Vozes do Imaginário, Teresa Branquinho e Gigabombos do Imaginário. Não podia ter sido melhor. Com este espetáculo, OMIRI apresentou em estreia absoluta o seu trabalho discográfico “Alentejo Volume I: Évora”.
A abrir, Eduardo Luciano, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Évora, entidade organizadora do “Artes à Rua”, prometeu, até 5 de setembro, a “ocupação das ruas e praças da cidade pela arte, pela cultura, pela provocação, pelo riso, pela crítica e pelo espanto”. Artistas provenientes de uma dúzia de países e mais de uma centena de espetáculos irão acontecer a um ritmo quase diário nas ruas, praças e lugares públicos da cidade, até ao dia 5 de setembro. Salientou a chamada dos criadores locais, que responderam para dezenas de participações, onde prometem colocar todo o seu saber e criatividade. Eduardo Luciano referiu-se à importância das parcerias, deixando um agradecimento especial à Entidade Regional de Turismo, à Universidade de Évora, ao Festival Músicas do Mundo de Sines, à Fundação Inatel, ao Turismo de Portugal, à Direção Regional de Cultura do Alentejo, à Casa da Música do Porto e à Biblioteca Pública de Évora. Por fim a exortou todos a “ocupar as ruas e praças e a fazer desta edição do Artes à Rua um marco na construção de uma cidade cosmopolita, solidária e crítica. Uma cidade feliz, onde a utopia de hoje seja a realidade do futuro.”