12 maio 2015

Parceria entre Universidade e Câmara de Évora: Novo Acordo de colaboração com proprietários de edifícios devolutos no Centro histórico

O referido acordo será assinado esta quarta-feira, dia 13 de maio, pelas 14:30, na Sala dos Leões dos Paços do Concelho.

​A Câmara Municipal de Évora e a Universidade de Évora voltam a reunir esforços para colaborar com os proprietários de edifícios devolutos no Centro histórico, através da concretização de um acordo que estabelece a realização de estudos dos edifícios por alunos da Universidade de Évora do curso de Engenharia Civil, no âmbito da unidade curricular de conservação e reabilitação de edifícios, no ano letivo de 2014/2015.

O referido acordo será assinado esta quarta-feira, dia 13 de maio, pelas 14:30, na Sala dos Leões dos Paços do Concelho, pelo Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Manuel Rodrigues Pinto de Sá, pelo Vice-Reitor da Universidade de Évora, Prof. Doutor Paulo Quaresma, e pela Coordenadora de Equipa dos alunos, a Prof.ª Doutora Teresa Pinheiro-Alves.

Este acordo, que se realizou pela primeira vez para o ano letivo de 2013/2014, pretende promover um diálogo próximo com os proprietários de edifícios no Centro Histórico de Évora, no sentido de se identificarem os problemas e os obstáculos à reabilitação dos edifícios devolutos. No ano transato, o acordo atingiu os seus objetivos, visto que a Câmara de Évora passou a conhecer o estado de conservação dos edifícios (exterior e interior), assim como passou a conhecer as preocupações e as propostas de reabilitação que os proprietários pretendem para o seu património. Por outro lado, no âmbito do acordo de colaboração, os proprietários passaram a conhecer-se entre si, e conjugaram esforços para resolver pequenos problemas de conservação nos seus edifícios.

Este ano novos proprietários aderiram a esta iniciativa, e comprometem-se em abrir as portas dos seus edifícios aos alunos da Universidade de Évora para procederem os seus estudos. Os alunos vão estudar edifícios próximos da Praça do Giraldo, que têm classificações patrimoniais distintas e que necessitam de obras de reabilitação para a sua salvaguarda e valorização patrimonial. Contudo, saliente-se que apesar do delicado estado de conservação destes edifícios, os mesmos não representam qualquer ameaça ao nível de segurança pública.

 

Évora, 11 de maio de 2015