O Inventário Artístico de Portugal é uma obra de referência sobre o património nacional, que vendo sendo editado desde 1943 pela Academia Nacional de Belas-Artes. Como refere Reinaldo dos Santos “O cadastro do património artístico foi sempre aspiração de todas as Juntas, Sociedades e Comissões de Belas-Artes, consignado como objectivo dos Conselhos de Arte e Arqueologia e da própria 6ª. Secção da Junta Nacional de Educação.” Mas vinha já do século XIX o embrião de um Inventário, ainda que esparso e parcelar, e não obedecendo a um critério integrador.
O Inventário Artístico do Concelho de Évora, de autoria de Túlio Espanca, foi editado em 1966, é constituído por 2 volumes: um de texto e outro de fotografia. Abrange o Concelho de Évora compreendendo a própria cidade, e constitui uma contribuição essencial para o cadastro do património artístico dum dos focos mais notáveis e originais da história e da arte portuguesa através dos séculos.
Túlio Espanca foi também o autor dos Inventários dos outros concelhos do distrito de Évora: Zona Norte (Arraiolos, Estremoz, Montemor-o-Novo, Mora e Vendas Novas) e Zona Sul (Alandroal, Borba, Mourão, Portel, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Viana do Alentejo e Vila Viçosa), editados, respectivamente, em 1975 e 1978.
Em 2000, esta Obra foi digitalizada e está disponível em CD-rom.
