>Évora mantém a singularidade e a autenticidade do seu tecido urbano, motivos da classificação como Património Mundial. Esta é uma valia que coloca a cidade numa posição privilegiada face a outras cidades, que continua a trazer benefícios, pela via do turismo e por outras actividades associadas à defesa e valorização do património.
>O facto de muitos edifícios estarem vazios significa que podem eventualmente ser mais facilmente mobilizados para a reabilitação urbana.
*A nova consciência colectiva sobre valores patrimoniais vai ajudar a nova atitude sobre o centro e sobre a qualidade das intervenções.
>Emerge ultimamente uma atitude mais esclarecida de muitos cidadãos
(alguns são reformados que já passaram por residências extra-muros)
que optam por viver no centro, com um recurso mínimo ao automóvel e potenciando a vida de relação e a fruição da cultura e do património.
>Se forem desenvolvidos programas que atinjam diversos públicos-alvo
como potenciais residentes, assim como outros programas não residenciais que privilegiam os equipamentos, serviços, espaço público, crê-se por analogia com outras experiências urbanas, ser possível atrair novos residentes que dinamizem outros sectores da vida do centro.
>Nova legislação (ex SRU, Reabilita) constituem novas oportunidades à reabilitação:
-Intervenções por conjunto mais ambiciosas e abrangentes;
-Programas integrados de habitação, equipamentos espaços livres, estacionamentos;
-Programas e estratégias articulados com outras entidades.