Estão identificados como principais pontos sensíveis os relacionados com:
Mobilidade: circulação; trânsito; estacionamento para residentes e utentes do centro; conforto pedonal; acessibilidades;
Despovoamento: envelhecimento da população; rendas baixas; défice de condições de habitabilidade e conforto; degradação do tecido edificado, défice de equipamentos e serviços de proximidade; custos de reabilitação; ruído;
Património: custos da arqueologia; entidades muito diversas detentoras e gestoras do património; gestão de muitos e diversificados valores; falta de recursos financeiros;
Infraestruturas: renovação de redes de água e saneamento; resíduos sólidos; gás; Comunicações, nomeadamente de banda larga; tv por cabo;
Espaço público: intervenções complexas e caras; 32Km de espaços a melhorar; atractibilidade visual; publicidade; mobiliário urbano; outros elementos como fontes e chafarizes, nichos e passos religiosos; etc. iluminação; manutenção complexas de calçadas, higiene e limpeza,...
Comércio: estacionamentos; modernização de estabelecimentos; horários; animação de rua; formação de pessoal; distribuição; conforto dos utentes deste espaço público;
Turismo: oferta de visitas a diversos sítios e valores; informação; sinalização; restauro, comércio e hotelaria; animação;
Equipamentos e serviços públicos: A Universidade é a mais importante instituição aqui sediada; a sua permanência é fulcral para a vida citadina; Outras importantes instituições são âncoras fundamentais para que o Centro Histórico se mantenha vivo e atractivo. o caso da Fundação Eugénio de Almeida, o Arcebispado, as Igrejas, o Museu de Évora.
Alguns equipamentos e serviços têm tendência para sair do centro histórico o que pode criar desequilíbrios no comércio e na restauração.
Equipamentos e serviços de proximidade: Identificamos a necessidade de adaptar modelos de resposta para idosos, crianças, jovens.
Riscos de incêndios, sismos, etc.