{"id":9124,"date":"2020-06-25T17:24:48","date_gmt":"2020-06-25T16:24:48","guid":{"rendered":"https:\/\/evora2.int.skilltech.pt\/susProjects\/wp_evora2_suite\/?page_id=9124"},"modified":"2023-06-07T15:37:26","modified_gmt":"2023-06-07T14:37:26","slug":"espacos-verdes-jardins-e-lagos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.cm-evora.pt\/en\/municipe\/areas-de-acao\/ambiente\/espacos-verdes-jardins-e-lagos\/","title":{"rendered":"Espa\u00e7os Verdes da Cidade"},"content":{"rendered":"

Sorry, this entry is only available in Portugu\u00eas<\/a>.<\/p>

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Zona Verde da Malagueira<\/strong><\/p>\n

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Com uma \u00e1rea de 108.230 m2<\/sup> \u00e9, neste momento, a maior \u00e1rea verde da cidade, com um prado extenso e cont\u00ednuo, atravessado por duas linhas de \u00e1gua. Tem diversas zonas, desde o Jardim dos Socalcos, mais formal, at\u00e9 \u00e0 zona do Lago e ao Jardim da Mem\u00f3ria, espa\u00e7os de uso informal.<\/div>\n<\/div>\n

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Zona Verde da Vila Lusitano<\/strong><\/p>\n

Espa\u00e7o de uso informal, com 32.890 m2<\/sup>, entre a Vila Lusitano e o Bairro da Torregela, com um prado extenso, bastante arborizado, atravessado pela Ribeira da Torregela. Possui um Espa\u00e7o de Jogo e Recreio.<\/p>\n

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Parque das Coronheiras<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n

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Espa\u00e7o com 17.978 m2<\/sup>, na freguesia do Bacelo, com zonas de jogos e atividades, repouso e conv\u00edvio. As \u00e1reas verdes s\u00e3o extensas e cont\u00ednuas, existindo na zona mais elevada um quiosque\/bar\/esplanada, em situa\u00e7\u00e3o de miradouro. Outros locais de interesse s\u00e3o o polidesportivo e a zona de saibro destinada ao jogo da malha.<\/p>\n

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Parque Infantil Dr. Almeida Margiochi<\/strong><\/p>\n<\/div>\n

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O espa\u00e7o onde atualmente se situa o Parque Infantil Dr. Almeida Margiochi conheceu o seu limite pela constru\u00e7\u00e3o, em 1826, da primeira estrada de circunvala\u00e7\u00e3o em redor das muralhas.<\/p>\n

Mais tarde, nos anos 60, 70 do S\u00e9c. XIX os terrenos foram aproveitados para a implanta\u00e7\u00e3o de uma horta e pomar que na altura se chamava \u201cHorta dos Soldados\u201d ou \u201cHorta da Muralha\u201d, oficialmente com a designa\u00e7\u00e3o de \u201cHorta do Regimento de Cavalaria n\u00ba 5\u201d.<\/p>\n

No ano de 1874 o Estado decidiu alienar a horta e os respetivos anexos, que foram adquiridos em hasta p\u00fablica por particulares. Por esta via e atrav\u00e9s de legado testament\u00e1rio, os terrenos acabaram por chegar \u00e0 posse de Francisco de Almeida Margiochi, um conceituado agr\u00f3nomo que se notabilizou como reformador da casa agr\u00edcola modelo do Monte das Flores. Almeida Margiochi deu ent\u00e3o in\u00edcio \u00e0 concretiza\u00e7\u00e3o de um velho sonho que j\u00e1 vinha dos seus antepassados: a constru\u00e7\u00e3o de um passeio p\u00fablico com espa\u00e7o de lazer para usufruto da popula\u00e7\u00e3o da cidade.<\/p>\n

Ao ilustre agr\u00f3nomo n\u00e3o foi poss\u00edvel assistir em vida \u00e0 concretiza\u00e7\u00e3o do seu sonho, mas a sua vi\u00fava Maria Faustina Sim\u00f5es Alves Margiochi, cumprindo os desejos do seu defunto, veio a doar ao Munic\u00edpio de \u00c9vora todo o espa\u00e7o da \u201cHorta dos Soldados\u201d ou \u201cHorta da Muralha\u201d com a seguinte condi\u00e7\u00e3o, lavrada na escritura p\u00fablica de doa\u00e7\u00e3o, datada de 15 de Maio de 1958: \u201c\u2026A propriedade aqui doada destina-se unicamente a ser utilizada para: – Amplia\u00e7\u00e3o do Jardim P\u00fablico que lhe fica cont\u00edguo, cuja comunica\u00e7\u00e3o ser\u00e1 feita mediante escada da horta doada ao mesmo Jardim (\u2026) com creche, jardim e aula maternal\u2026\u201d<\/p>\n

Do cumprimento das condi\u00e7\u00f5es determinadas pela escritura de doa\u00e7\u00e3o, concretizado numa obra que a C\u00e2mara Municipal realizou nos quatro anos seguintes, nasceu o Parque Infantil a que foi dado o nome de Dr. Almeida Margiochi.<\/p>\n

O espa\u00e7o foi intervencionado em 2017 no sentido da sua reestrutura\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o, tendo em conta as atuais exig\u00eancias em termos de seguran\u00e7a. Hoje \u00e9 um espa\u00e7o verde apraz\u00edvel, provido de diversos equipamentos e infraestruturas adequadas a jogo e recreio infantil.<\/p>\n

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Jardim de Diana<\/strong><\/p>\n<\/div>\n

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No prolongamento do Largo do Conde de Vila Flor, em franco di\u00e1logo com o Templo Romano, situa-se o Jardim de Diana. Debru\u00e7ado sobre o casario da Mouraria, oferece uma vista privilegiada para a plan\u00edcie alentejana. Comedido, de estrutura ortogonal, com bem definidos alinhamentos de \u00e1rvores, este jardim \u00e9 procurado como local de estadia e contempla\u00e7\u00e3o na cidade. Em todo o seu redor, agarradas aos muros caiados, ainda subsistem as namoradeiras. Uma escultura alusiva aos namorados pontua o centro do miradouro, sob a frescura da fonte e o som calmo do cair da \u00e1gua. Diz quem o frequenta que nas tardes de ver\u00e3o, a brisa que corre \u00e9 a mais refrescante da cidade. A sombra \u00e9 assegurada por \u00e1rvores espont\u00e2neas da flora portuguesa. L\u00f3d\u00e3os bastardos acompanham os caminhos e freixos comuns acentuam a centralidade no espa\u00e7o, onde se encontra o monumento com o busto do Dr. Francisco Barahona, grande benem\u00e9rito da cidade de \u00c9vora. O miradouro, de caracter\u00edsticas \u00fanicas no tecido urbano, convida a uma vista demorada sobre a cidade branca manchada por telhados de telha de canudo, a plan\u00edcie e o horizonte, acabando por, no fim, nos devolver ao jardim.<\/p>\n<\/div>\n

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Jardim P\u00fablico<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n

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Sob a designa\u00e7\u00e3o de \u201cPasseio P\u00fablico\u201d, o atual Jardim P\u00fablico foi iniciado em 1863 sob a dire\u00e7\u00e3o do arquiteto e cen\u00f3grafo Jos\u00e9 Cinatti (1808-1879) que, h\u00e1 \u00e9poca, dirigia a vizinha obra do Pal\u00e1cio Barahona e a que lhe corresponde a principal entrada.<\/p>\n

O seu modelo reproduz o ide\u00e1rio rom\u00e2ntico de jardim muito em voga na segunda metade do s\u00e9culo XIX, caracterizado pelo tra\u00e7ado \u201corg\u00e2nico\u201d, gosto pela vegeta\u00e7\u00e3o ex\u00f3tica, lagos, repuxos e quedas de \u00e1gua, pela estatu\u00e1ria de cariz aleg\u00f3rica e memorialista e pela evoca\u00e7\u00e3o cenogr\u00e1fica do passado atrav\u00e9s de \u201cru\u00ednas fingidas\u201d.<\/p>\n

O Jardim P\u00fablico ocupa pouco mais de tr\u00eas hectares, parte dos quais j\u00e1 antes afetos ao horto e laranjal dos Pa\u00e7os Reais, e a ele se articulam outros dois importantes espa\u00e7os verdes da cidade: a Mata e o Parque Infantil Almeida Margiochi.<\/p>\n

No Jardim P\u00fablico est\u00e1 localizado um coreto. \u00c9vora foi uma das primeiras cidades portuguesas a ter bandas filarm\u00f3nicas. Ap\u00f3s a constru\u00e7\u00e3o do coreto, em 1888, aqui se passaram a realizar os principais concertos musicais, particularmente aos domingos, mem\u00f3ria que prevaleceu ao longo de todo o s\u00e9culo XX.<\/p>\n

Constru\u00eddo em ferro forjado ao gosto revivalista da \u00e9poca, o coreto foi proposto pelo vereador das obras p\u00fablicas, Joaquim Sales da Costa, como elemento fundamental ao entretenimento sociocultural do Jardim P\u00fablico, sendo inaugurado em 20 de maio de 1888.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n

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