vinhos Fita Preta<\/a>, foram visitar a Capela e a Adega, ficando assim a conhecer mais sobre aquele lugar e a sua rela\u00e7\u00e3o com a Hist\u00f3ria de Portugal.<\/p>\nRefira-se que a origem desta propriedade remonta \u00e0 \u00e9poca do rei D. Dinis e, ao longo dos s\u00e9culos por ali passaram outros reis, nobres e dignit\u00e1rios eclesi\u00e1sticos, todos aportando mais patrim\u00f3nio e valor ao Pa\u00e7o. Um aportar de valor esse que prossegue nos dias de hoje, estando atualmente significativa parte do espa\u00e7o j\u00e1 requalificada e outra ainda a ser alvo de obras, como \u00e9 o caso da Capela.<\/p>\n
\u201cDo reinado de D. Manuel deve ser a decora\u00e7\u00e3o a fresco da capela do Pa\u00e7o da Oliveira, de que resta a representa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, padroeiro dos caminhantes\u201d, diz Francisco Bilou, destacando ainda que \u201ca presen\u00e7a da corte de D. Jo\u00e3o III em \u00c9vora, entre os anos de 1532 e 1537, foi coincidente com o apogeu do Pa\u00e7o da Oliveira\u201d.<\/p>\n
Tamb\u00e9m os infantes D. Duarte e D. Henrique, vieram fazer ca\u00e7adas ao pa\u00e7o rural da Oliveira, que \u201centre os s\u00e9culos XVII a XIX, permanecer\u00e1 como uma das grandes casas agr\u00edcolas alentejanas, gerida \u00e0 dist\u00e2ncia pelos propriet\u00e1rios, mas entregue ao cuidado de administradores locais\u201d.<\/p>\n
No s\u00e9culo XIX, refere ainda, \u201cprimeiro com as invas\u00f5es francesas, depois como as guerras liberais sequentes \u00e0 morte de D. Jo\u00e3o VI, o pa\u00e7o caiu em acentuada ru\u00edna estrutural; a capela perdeu inclusivamente a sua fun\u00e7\u00e3o religiosa, seguindo o mesmo destino da maior parte do patrim\u00f3nio religioso portugu\u00eas ap\u00f3s a extin\u00e7\u00e3o das ordens religiosas, em 1834. \u00a0Apesar de tudo, a Quinta da Oliveira, manteve-se como unidade agr\u00edcola gerida localmente por feitores nomeados desde Lisboa. (\u2026). Chegados ao final do s\u00e9culo XIX, e segundo se apurou na documenta\u00e7\u00e3o, coube ao 5\u00ba Conde de Rio Maior, D. Jo\u00e3o de Saldanha Oliveira Juzarte Figueira e Sousa, a iniciativa de reformar o Pa\u00e7o da Oliveira\u201d.<\/p>\n
Atualmente, constata-se que os seus novos propriet\u00e1rios, al\u00e9m da preserva\u00e7\u00e3o da propriedade, apostam tamb\u00e9m na produ\u00e7\u00e3o de vinho e no enoturismo, de maneira sustent\u00e1vel, formando uma equipa que, com toda a dedica\u00e7\u00e3o e empenho prossegue a valoriza\u00e7\u00e3o do Pa\u00e7o, juntando outros patrim\u00f3nios ao seu j\u00e1 valioso patrim\u00f3nio hist\u00f3rico.<\/p>\n
Com esta iniciativa, a C\u00e2mara Municipal procurou proporcionar um dia diferente e descontra\u00eddo ao pessoal docente e n\u00e3o docente, estimular a pr\u00e1tica desportiva, a descoberta da hist\u00f3ria e do patrim\u00f3nio, para al\u00e9m de fomentar um salutar conv\u00edvio.<\/p>\n\n\t\t