Biblioteca P\u00fablica durante a conversa Do\u00e7aria tradicional \u2013 mem\u00f3ria, tradi\u00e7\u00e3o e literatura. O processo foi liderado pelo Munic\u00edpio eborense em conjunto com a Confraria Gastron\u00f3mica do Alentejo, associa\u00e7\u00e3o que vai prosseguir com a certifica\u00e7\u00e3o deste doce conventual da regi\u00e3o de \u00c9vora. O objetivo \u00e9 proteger e valorizar o produto e a sua liga\u00e7\u00e3o ao territ\u00f3rio. <\/strong><\/p>\nO P\u00e3o de Rala, tal como a maior parte dos doces conventuais, leva doce de gila. Encontramos refer\u00eancias ao P\u00e3o de Rala num manuscrito do s\u00e9culo XVIII, onde est\u00e3o inclu\u00eddas as receitas dos bolos confecionados pelas irm\u00e3s do Mosteiro de Santa Clara de \u00c9vora, fundado no s\u00e9culo XIV.<\/p>\n
A conversa, que encerrou a Feira do Livro, foi moderada por Jos\u00e9 Casas-Novas, Provedor da Confraria Gastron\u00f3mica do Alentejo, tendo como convidados Olga Cavaleiro, especialista em gastronomia nacional, Erc\u00edlia Zambujo, da pastelaria P\u00e3o de Rala, e Jer\u00f3nimo Heitor Coelho, fot\u00f3grafo. A import\u00e2ncia das receitas populares, a sua preserva\u00e7\u00e3o ao longo do tempo, e a articula\u00e7\u00e3o do saber-fazer tradicional com a evolu\u00e7\u00e3o e adequa\u00e7\u00e3o aos novos tempos, foram alguns dos temas em debate.<\/p>\n
O vice-presidente da C\u00e2mara, Jer\u00f3nimo Jos\u00e9, e a vereadora Carmen Carvalheira, assistiram a esta conversa sobre do\u00e7aria.<\/p>\n\n\t\t