(Português) Feira do Livro com tarde diversificada
Updated on 17/06/2026Sorry, this entry is only available in Português.
A tarde do segundo dia do futuro festival literário de Évora prosseguiu com um programa diversificado que cruzou literatura, música e cultura japonesa em vários espaços do certame. Pelas 15h00, o Jardim de Diana acolheu um workshop dedicado à criação de personagens de anime japonês, onde os participantes tiveram oportunidade de aprender técnicas de desenho e desenvolvimento de figuras no estilo mangá. Meia hora depois, na Sé Catedral de Évora, realizou-se um concerto com o organista Rafael Reis, que interpretou um repertório adaptado ao instrumento histórico daquele espaço.
A partir das 16h00, o recinto da feira recebeu a conversa “O Japão no Alentejo”, que contou com as intervenções de Ana Paula Amendoeira e Tiago Salgueiro, centrada na influência e presença da cultura japonesa na região.
Uma hora mais tarde, decorreram em simultâneo duas iniciativas: uma visita temática aos papéis do biombo japonês, na Biblioteca Pública de Évora, e um espetáculo musical com o grupo Tawoo Portugal, no palco principal, onde foi apresentada música tradicional japonesa com recurso a tambores taiko.
Meia hora depois, o Jardim de Diana voltou a ser ponto de encontro para uma sessão de contos dinamizada por Mariana Machado, sob o tema do conceito japonês “Ikigai”, associado à razão de viver, num momento dedicado à promoção da criatividade e da literatura e uma hora mais tarde realizaram-se duas apresentações em paralelo: o livro “Os Avós”, com a presença do autor António Pereira e da ilustradora Joana Gancho, seguindo-se uma oficina intergeracional centrada na partilha de memórias. Já na Biblioteca Pública de Évora, a União de Resistentes Antifascistas Portugueses promoveu a apresentação da obra “Cadeia de Caxias – A Repressão Fascista e a Luta pela Liberdade”, com a participação de antigos presos políticos.
A programação da tarde encerrou no palco, com o recital “Palavras de Amor”, protagonizado por Inês Castel-Branco e Jorge Baptista da Silva, que combinou literatura e música numa evocação da expressão feminina.















































