Skip to main content

(Português) Performance-instalação VAIVÉM

Updated on 26/05/2026

Sorry, this entry is only available in Português.

PROJETO ARTÍSTICO TRANSCULTURAL PARTICIPATIVO

 

VAIVÉM é uma nova criação da Malvada que tem como ponto de partida simbólico uma viagem de comboio, entendida como dispositivo artístico, conceptual e relacional. O projeto propõe uma reflexão sobre os movimentos migratórios, entre partida e chegada, deslocação e permanência, recusa e acolhimento, com foco na pluralidade de línguas e culturas. A partir de uma viagem entre Évora, Bruxelas e Paris, com emigrantes portugueses e comunidades imigrantes, constrói-se um corpo de materiais documentais e poéticos, manipulados e integrados na performance e na instalação site-specific. O ser humano é feito de caminhos: somos uma espécie de vaivém.

 

Fotografia e vídeo JOSÉ MIGUEL SOARES
Interpretação CHISSANGUE AFONSO, INÊS MINOR
28 E 29 MAIO 2026, 21H00
Performance – Sessões público geral

27 MAIO A 2 JUNHO
Performance – Sessões Grupos
Sujeita a inscrição

2 JUNHO A 12 JULHO
Visitas Guiadas
Sujeita a inscrição

30 MAIO A 12 JULHO
Instalação
Terça a domingo, 10h – 13h / 14h – 19h

 

 

«VAIVÉM» parte de uma viagem de comboio — «entendida como dispositivo artístico, conceptual e relacional», segundo a companhia — para propor uma reflexão sobre os movimentos migratórios, «explorando as tensões entre partida e chegada, deslocação e permanência, recusa e acolhimento, com foco na interseção e pluralidade de línguas e culturas».

O projeto foi desenvolvido a partir de uma viagem por meios de transporte terrestres entre Évora, Bruxelas e Paris, com a participação de emigrantes portugueses e comunidades imigrantes.

Através de «momentos de observação, escuta, escrita, registo fotográfico e audiovisual, entrevistas, leituras e dispositivos performativos», construiu-se um corpo de materiais documentais e poéticos integrados na performance e na instalação site-specific no Jardim Tardoz do Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida.

Nas palavras da companhia, na peça «a migração surge como uma experiência feita de deslocações físicas e íntimas: malas, estações, fronteiras, línguas desconhecidas, comida que falta, casas que se deixam e casas ainda vazias, à espera de serem vividas».

A performance-instalação «constrói um percurso fragmentado entre diário de viagem, testemunho e reflexão poética, interrogando o que significa deixar um lugar, chegar a outro e tentar construir casa entre línguas, memórias, afetos e fronteiras».

A língua, a comida, os documentos e as estações surgem como elementos centrais de uma narrativa que aproxima as migrações humanas das migrações dos animais, dos rios e da própria história da espécie. «Antes das fronteiras, dos passaportes e das categorias de emigrante ou imigrante, já existia o movimento», afirma a Malvada, concluindo com a ideia que atravessa toda a obra: «Somos todos e desde sempre migrantes».

 

 

Telefone: 928 142 697
E-mail: maa.comunicacao@gmail.com
Site: https://malvada.art/
Redes Sociais: https://www.facebook.com/malvada.associacao/ https://www.instagram.com/malvadaassociacaoartistica
Classificação etária: A partir de 12 anos
Preço: Entrada gratuita mediante reserva
Organização: MALVADA ASSOCIAÇÃO ARTÍSTICA
Apoio: Cofinanciado por PROJETO VIDAS ATIVAS 5G ÉVORA (CLDS-5G) Entidade coordenadora local de parceria APPACDM-Évora Apoios UNIÃO DAS FREGUESIAS DE ÉVORA (CENTRO HISTÓRICO DE ÉVORA), JUNTA DE FREGUESIA DOS CANAVIAIS, UNIÃO DE FREGUESIAS DO BACELO E SENHORA DA SAÚDE, UNIÃO DE FREGUESIAS DA MALAGUEIRA E HORTA DAS FIGUEIRAS
Parceiros: Parceiro institucional CENTRO DE ARTE E CULTURA – FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA
Produção: MALVADA ASSOCIAÇÃO ARTÍSTICA
Encenação: ANA LUENA
Direção Artística: ANA LUENA & JOSÉ MIGUEL SOARES
Direção Musical: ZÉ PEPS