Programa Casario Branco
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MUNICÍPIO LANÇA PROGRAMA “CASARIO BRANCO” PARA PROMOVER A CAIAÇÃO E PINTURA DE FACHADAS

MUNICÍPIO LANÇA PROGRAMA “CASARIO BRANCO” PARA PROMOVER A CAIAÇÃO E PINTURA DE FACHADAS

Candidaturas abertas a partir de 15 de outubro até 31 de dezembro de 2029 A apresentação Pública está agendada para 21 de setembro, segunda-feira, às 17h30, no Salão Nobre do edifício dos Paços do Concelho, com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Zorrinho.  O “Casario Branco” define-se como iniciativa municipal de mobilização cívica e comunitária para promoção e conservação patrimonial de fachadas no centro histórico de Évora, o maior centro classificado pela UNESCO, em Portugal. Os proprietários, usufrutuários e inquilinos de habitações intramuros são os destinatários deste projeto camarário que propõe, como incentivos à adesão, a isenção de taxas, a rapidez na decisão e as vantagens comerciais, resultantes da adesão do tecido empresarial ao Programa. As tipologias de apoio dividem-se em quatro escalões estratégicos: escalão A, para apoio social total a moradores em situação de vulnerabilidade socioeconómica comprovada e Lojas com História; escalão B, para apoio comunitário a residentes, casas arrendadas a estudantes e comércio local; escalão C, dirigido a edifícios de cariz institucional, público ou património classificado e, finalmente, o escalão D, destinado a grandes empresas, instituições financeiras e entidades do setor privado ou social. O \"Casario Branco\" é um programa de interesse municipal que passa a integrar oficialmente o mecanismo do Mecenato Cultural. A iniciativa assume um caráter pioneiro na região ao enquadrar os benefícios da Lei do Mecenato para mobilizar empresas e investidores a juntarem-se à autarquia e aos parceiros iniciais. Este esforço coletivo foca-se na conservação e pintura das fachadas do Centro Histórico, ganhando especial relevância no momento em que a cidade celebra, em novembro de 2026, os 40 anos da sua classificação como Património Mundial da UNESCO e prepara o horizonte estratégico de Évora 2027 – Capital Europeia da Cultura. Focada em obras simples de conservação, incluindo lavagem de paredes, selagem de fissuras com argamassas tradicionais e a pintura ou caiação, a iniciativa pretende recuperar a estética identitária alentejana, restaurando a brancura das paredes e o realce dos cunhais e barras amarelas ou cinzentas. Para agilizar o acesso do cidadão à reabilitação urbana, a autarquia instituiu uma espécie de \"Via Verde Urbanística\" que garante uma resposta em 48h ao pedido de pintura. Além de benefícios fiscais de âmbito nacional, decorrentes da legislação em vigor, os beneficiários têm acesso a um pacote municipal de incentivos, nomeadamente, a isenção de 100% nas Taxas de Urbanismo para licenciamento de conservação de fachadas, a isenção total de Taxas de Ocupação de Via Pública para a instalação de andaimes, escadas e resguardos, até ao limite de cinco dias dependendo da dimensão da obra. As candidaturas ao programa “Casario Branco” devem ser submetidas de forma digital através da plataforma ePaper da Câmara Municipal de Évora (https://urbanismodocs.cm-evora.pt/Default.html). O sucesso da iniciativa assenta numa rede de parceiros iniciais alargada e estratégica, indispensável para viabilizar o compromisso coletivo que sustenta o processo. Este esforço conjunto, conta com a participação ativa da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, I.P.(CCDR-A), da Universidade de Évora (UÉ), da União das Freguesias de Évora, da Fundação Eugénio de Almeida (FEA), do Núcleo Empresarial da Região de Évora (NERE) e a da Associação de Moradores e Amigos do Centro Histórico de Évora (AMACHÉ), aliados fundamentais na salvaguarda e valorização dos princípios fundadores do programa. Para saber mais sobre o “Casario Branco”, consulte a página do projeto em  www.cm-evora.pt/municipe/projetos-municipais/programa-casario-branco/o-que-e-o-casario-branco/. [gallery link=\"file\" columns=\"1\" size=\"full\" ids=\"89630\"]
17 de Setembro
Município de Évora esclarece apoio ao CENDREV e reforça compromisso com a cultura

Município de Évora esclarece apoio ao CENDREV e reforça compromisso com a cultura

No seguimento da conferência de imprensa, desta quinta-feira, dia 17 de setembro de 2026, por parte da Direção do Centro Dramático de Évora, o Município de Évora esclarece que não está em causa o apoio ao CENDREV nem a continuidade da atividade da companhia, mas sim a aplicação de regras de transparência e equidade aos apoios municipais à atividade cultural. O regulamento atualmente em vigor data de 2011 e será revisto com a participação dos agentes culturais, tendo o Município assumido que o montante global destinado à cultura não será reduzido face ao ano anterior. A redução de 22% no apoio sustentado ao CENDREV para 2026 resulta da aplicação desse novo modelo de distribuição e não de uma decisão dirigida à companhia. Importa, aliás, recordar que o apoio municipal ao CENDREV não se resume à transferência financeira direta. Em 2025, para além dos 87 mil euros de apoio pecuniário, a Câmara suportou cerca de 530 mil euros em encargos relacionados com o Teatro Garcia de Resende e com a atividade da companhia, incluindo instalações, palco, Salão Nobre, eletricidade, água, seguros, divulgação, recursos humanos e trabalho extraordinário. Se a este valor acrescentarmos mais 200 mil euros que representa 50% da candidatura (aprovada) à Rede de Teatros e de Cineteatros Portugueses verifica-se que o apoio total dado ao Cendrev em 2025 foi superior a 800 mil euros. É igualmente importante olhar para as receitas geradas pela própria atividade. Segundo os dados de 2025 a bilheteira do CENDREV representou apenas cerca de 14 mil euros, dos quais 94% revertem para a companhia. Para uma estrutura que beneficia de um apoio público global daquela dimensão, o Município entende que existe margem para aumentar significativamente a capacidade de atração de público e o retorno de bilheteira. Não como substituição do apoio municipal, mas como forma de reforçar a sustentabilidade da companhia e de maximizar o retorno do investimento público. O Município reconhece o valor histórico e cultural do CENDREV e reafirma a sua disponibilidade para continuar a trabalhar com a companhia. Está prevista para a próxima semana uma reunião para analisar as dificuldades identificadas e procurar soluções. Será também revista a relação protocolar relativa ao Teatro Garcia de Resende, num processo que deverá envolver o CENDREV. Évora prepara-se para 2027, mas a política cultural municipal não termina nesse ano. O objetivo é garantir uma cultura forte, diversificada e sustentável, apoiando o CENDREV e, simultaneamente, os restantes agentes culturais do concelho, incluindo aqueles que não dispõem de instalações municipais nem de apoio sustentado da DGArtes. O compromisso do Município mantém-se: apoiar a cultura, cumprir os compromissos assumidos, garantir equidade na distribuição dos recursos públicos e trabalhar com os agentes culturais para encontrar soluções duradouras.
17 de Setembro
Município de Évora acolheu congresso sobre “Bem-estar e futuro da Educação”

Município de Évora acolheu congresso sobre “Bem-estar e futuro da Educação”

A Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Évora, Carmen Carvalheira, foi uma das convidadas da mesa da sessão de encerramento do Congresso “Bem-Estar e Futuro da Educação - Da responsabilidade organizacional às práticas pedagógicas”, que decorreu durante todo o dia 16 de setembro, no Palácio de D. Manuel, em Évora. O Município de Évora foi o anfitrião deste encontro, organizado pela Fundação Alentejo, com a curadoria da empresa Happytown Portugal e a parceria da Porto Editora. “Em Évora, juntamos quem decide, quem ensina e quem cuida para uma conversa séria sobre o lado humano da educação. Da responsabilidade das organizações às práticas dentro da sala de aula. Ciência, exemplos reais e boas práticas que já funcionam. Num só dia, sem jargão e sem fórmulas mágicas”, sublinhou a organização, num dia repartido em dois momentos de crucial importância: Gestão de pessoas - O bem-estar nas organizações e na liderança de equipas (durante a manhã) e Educação para o Bem-Estar - Aprender o bem-estar em cada etapa da vida (durante a tarde). Responsabilidade organizacional, bem-estar dos alunos, exemplos de boas práticas reais e o pensar nas próximas melhorias foram as principais temáticas abordadas ao longo deste congresso que reuniu um significativo número de personalidades com trabalho de relevo na área educacional. “Contem sempre com a Câmara Municipal de Évora para fazermos melhor e chegarmos a todos”, eis a principal mensagem deixada pela Vereadora Carmen Carvalheira na sua intervenção, sublinhando também a importância de promover o bem-estar das crianças na escola, o qual é também um dos motivos determinantes do trabalho camarário. A sessão de encerramento contou ainda com as intervenções do vice-presidente da CCDR Alentejo (área da Educação), Silvino Alhinho e da Vogal do Conselho de Administração Fundação Alentejo, Maria Helena Perdigão. [gallery link=\"file\" columns=\"5\" size=\"full\" ids=\"89619,89620,89621,89622,89623\"]    
17 de Setembro
Município de Évora transfere mais de 932 mil euros para as freguesias em 2027

Município de Évora transfere mais de 932 mil euros para as freguesias em 2027

O Município de Évora vai transferir, em 2027, mais de 932 mil euros para as freguesias do concelho, no âmbito dos autos de transferência de recursos que foram formalizados quarta-feira à tarde, numa cerimónia realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho. O ato foi presidido pelo Presidente da Câmara Municipal, Carlos Zorrinho, e pelo vereador Jerónimo José, contando com a presença dos presidentes das uniões de freguesias, num momento que assinala mais uma etapa no processo de aproximação da administração local às populações. “No quadro da legalidade e do diálogo, tudo aquilo que for mais favorável para os cidadãos, tudo aquilo em que a aplicação da subsidiariedade e da proximidade for mais favorável para o serviço que prestamos aos cidadãos será prestado por quem tem essa capacidade, seja as Juntas, seja a Câmara”, afirmou Carlos Zorrinho, considerando que “hoje é dado um passo importante”, resultante de “um trabalho conjunto” e de um diálogo liderado pelas presidências das Juntas e, no âmbito da Câmara Municipal, pelo vereador Jerónimo José. No total, estão previstos 932.296,98 euros, embora os montantes não sejam iguais para todas as freguesias. A diferenciação resulta da natureza e dimensão de cada território, da população abrangida e da capacidade de execução das competências transferidas, de acordo com os princípios que estiveram na base da negociação entre o Município e as freguesias. Assim, a União das Freguesias da Malagueira e Horta das Figueiras receberá 178.014,53 euros, a União das Freguesias de Bacelo e Senhora da Saúde 172.186,12 euros e a União das Freguesias de Évora 115.851,47 euros. Seguem-se a União das Freguesias de Nossa Senhora da Tourega e Nossa Senhora de Guadalupe, com 76.422,03 euros, a União de Freguesias de São Manços e São Vicente do Pigeiro, com 62.857,16 euros, a Junta de Freguesia de São Bento do Mato, com 60.090,38 euros, a União de Freguesias de São Sebastião da Giesteira e Nossa Senhora da Boa Fé, com 56.750,11 euros, e a Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Machede, com 55.224,18 euros. A Junta de Freguesia de Canaviais receberá 53.036,71 euros, a Junta de Freguesia de Torre de Coelheiros 36.629,65 euros, a Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Graça do Divor 35.750,00 euros e a Junta de Freguesia de São Miguel de Machede 29.484,64 euros. A transferência de competências para as freguesias urbanas corresponde, aliás, à concretização de um anseio antigo destas estruturas autárquicas. Para Jerónimo José, trata-se de “um passo para continuarmos a aprofundar”, nomeadamente nas freguesias urbanas, que “até esta data havia competências que estavam impedidas de ter e que passaram a ter”, dentro das áreas de intervenção definidas para cada território. “Estamos cá para trabalhar em conjunto”, afirmou o vereador, que agradeceu “a confiança e a disponibilidade para chegarmos rapidamente a este entendimento”, admitindo que, no próximo ano, será possível alcançar “um outro patamar” no processo de transferência de competências. Para 2027, Município e freguesias chegaram agora a um novo acordo quanto aos recursos necessários ao exercício das competências, num processo que, segundo os documentos aprovados, obedeceu aos princípios da igualdade, não discriminação, estabilidade, interesse público e continuidade do serviço público. Carlos Zorrinho sublinhou que este é “o primeiro passo” de um processo que deverá continuar a ser aprofundado, defendendo que cada órgão autárquico deve assumir as competências “com muito critério”, em função daquilo que for melhor para os cidadãos e da capacidade de cada entidade para prestar o serviço com maior proximidade e eficácia. Os autos agora formalizados terão vigência durante o ano de 2027, entrando em vigor a 1 de janeiro, sendo os recursos financeiros disponibilizados às freguesias com periodicidade mensal, até ao limite dos respetivos montantes anuais.
17 de Setembro
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