AF_Rotativo_CME_GP_2026
bannerfsj26
JSII_Banner__CME
Plano de Urbanização de Évora – Participação Pública
Atividades de Tempos Livres (ATL)
Acompanhe, informe-se, participe
Guia da Semana
Guia da Semana
Guia da Semana
VER +
Atendimento
Agenda
Notícias
IMAGEM DO “PÃO DE RALA – ÉVORA” FOI REGISTADA. SEGUE-SE O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO

IMAGEM DO “PÃO DE RALA – ÉVORA” FOI REGISTADA. SEGUE-SE O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO

Anúncio feito em conversa sobre doçaria tradicional no último dia da Feira do Livro de Évora Foi com um sabor doce que chegou ao fim a Feira do Livro de Évora, naquele que foi o ano zero do futuro Festival Literário da cidade. A imagem já registada do ‘Pão de Rala – Évora’ foi apresentada, em primeira mão, na Biblioteca Pública durante a conversa Doçaria tradicional – memória, tradição e literatura. O processo foi liderado pelo Município eborense em conjunto com a Confraria Gastronómica do Alentejo, associação que vai prosseguir com a certificação deste doce conventual da região de Évora. O objetivo é proteger e valorizar o produto e a sua ligação ao território. O Pão de Rala, tal como a maior parte dos doces conventuais, leva doce de gila. Encontramos referências ao Pão de Rala num manuscrito do século XVIII, onde estão incluídas as receitas dos bolos confecionados pelas irmãs do Mosteiro de Santa Clara de Évora, fundado no século XIV. A conversa, que encerrou a Feira do Livro, foi moderada por José Casas-Novas, Provedor da Confraria Gastronómica do Alentejo, tendo como convidados Olga Cavaleiro, especialista em gastronomia nacional, Ercília Zambujo, da pastelaria Pão de Rala, e Jerónimo Heitor Coelho, fotógrafo. A importância das receitas populares, a sua preservação ao longo do tempo, e a articulação do saber-fazer tradicional com a evolução e adequação aos novos tempos, foram alguns dos temas em debate. O vice-presidente da Câmara, Jerónimo José, e a vereadora Carmen Carvalheira, assistiram a esta conversa sobre doçaria. [gallery link=\"file\" size=\"full\" ids=\"84505,84506,84507,84508,84509,84510,84511,84512,84513,84514\"]
11 de Maio
Autarquia faz balanço positivo da Feira do Livro

Autarquia faz balanço positivo da Feira do Livro

“Foi Évora que se abriu ao mundo” Autarquia faz balanço positivo da Feira do Livro A Feira do Livro de Évora terminou este sábado com balanço “muito positivo” por parte da Câmara Municipal, com o presidente do município, Carlos Zorrinho, a considerar que a edição de 2026 foi “uma rampa de lançamento de grande sucesso para o Festival Literário que a partir de 2027 afirmará ainda mais a cidade”, enquanto a vereadora Carmen Carvalheira, destacou “o envolvimento de todas as gerações” e a capacidade do certame para levar “a cultura para a rua”.   Em jeito de balanço, Carlos Zorrinho considerou que a Feira do Livro “cruzou as letras com os sons e as tradições com a inovação, os territórios de proximidade com os espaços da imaginação, os viajantes com as gentes da terra, as diferentes gerações e os diferentes olhares”, acrescentando que o evento representou “Évora aberta ao mundo e o mundo a abraçar Évora, unidos por uma linguagem de cultura com valores fortes”. O autarca agradeceu ainda “aos eborenses, a todos quantos visitaram a cidade e a todos quantos, com o seu trabalho, inspiração e empenho, contribuíram para o sucesso do certame”. Já Carmen Carvalheira sublinhou que foram “oito dias que marcaram uma nova edição da Feira do Livro”, numa programação que teve como mote “Évora” e que procurou juntar “entidades, saberes, conhecimento, animação, música, teatro e muita leitura”. Segundo a vereadora, que acompanhou diariamente o certame, o objetivo passou por envolver diferentes públicos e gerações, promovendo uma feira participada e aberta à cidade. “Procurámos que todas as gerações se sentissem motivadas a serem parte ativa e todos juntos trouxemos a cultura para a rua ao encontro de quem por ali passou”, referiu.   Carmen Carvalheira destacou ainda o envolvimento de livreiros, editoras, autores, associações culturais e sociais, escolas, Universidade de Évora e convidados, deixando uma palavra especial aos trabalhadores da autarquia, que considerou terem sido “inexcedíveis na dedicação e competência com que se entregaram a esta causa de tornar esta Feira um sucesso”. Ao longo de oito dias, a Feira do Livro de Évora levou ao centro histórico dezenas de apresentações, debates, concertos, sessões de teatro, atividades para crianças e encontros com autores, tendo como epicentro o espaço junto ao Templo Romano. O último fim de semana ficou particularmente marcado pelo “Comboio Literário”, iniciativa promovida em parceria com o grupo editorial LeYa, que trouxe até à cidade alguns dos mais reconhecidos nomes da literatura portuguesa contemporânea, entre os quais Daniel Sampaio, Rodrigo Guedes de Carvalho, Francisco Moita Flores, Isabela Figueiredo e Luísa Sobral. Apesar da chuva e do vento sentidos nos últimos dias do evento, as sessões literárias e encontros com leitores registaram elevada adesão, com a Biblioteca Pública de Évora a esgotar durante vários momentos da programação. A autarquia considera que esta edição reforçou a afirmação cultural de Évora e lançou bases para o futuro Festival Literário previsto para 2027, enquadrado na estratégia da cidade enquanto Capital Europeia da Cultura e “Capital Europeia ao Sul”.   [gallery link=\"file\" size=\"full\" ids=\"84370,84371,84372\"]
11 de Maio
Na Feira do Livro de Évora:  Alexandra Santos Rosa apresentou o livro “Chaparim quer comer a Lua”

Na Feira do Livro de Évora: Alexandra Santos Rosa apresentou o livro “Chaparim quer comer a Lua”

O livro “Chaparim Quer Comer a Lua”, de Alexandra Santos Rosa foi apresentado hoje (8 de maio), no Jardim Diana, no âmbito da Feira do Livro de Évora. A estória fascinou crianças e adultos. Trata-se de um conto sobre um ratinho sonhador que vive no majestoso Castelo de Beja. Chaparim tem uma ideia fixa: ele acredita que a lua é feita de queijo Serpa, o mais delicioso de todos! Determinado a provar o sabor celestial, ele embarca numa aventura cheia de desafios e peripécias. Com a ajuda da ratinha Mariana Zuzufurado e de outros amigos do castelo – como o astuto gato Luís Larocha -, Chaparim põe em prática planos engenhosos para alcançar o seu sonho impossível. Alexandra Santos Rosa nasceu em Beja em 1965, cidade na qual cresceu e, vive até à presente data. Durante o seu percurso profissional desempenhou funções de educadora de infância, coordenadora do ensino recorrente, professora do ensino superior, professora de dança e iniciação ao movimento, técnica na equipa de intervenção precoce. Atualmente desempenha funções como docente de educação especial. Doutorada em Sociologia da Vida Quotidiana e da Família pelo ISCTE, Mestre em Sociologia da Família e da População, Pós-Graduada em Educação Especial e licenciada em Educação de Infância e Serviço Social. É uma apaixonada pelas artes às quais tem dedicado grande parte da sua vida, nomeadamente à dança, artes plásticas e literatura infantil. Já expôs o seu trabalho em diversos locais de norte a sul do país e recebeu dois prémios na categoria de trapologia (2008 e 2011) e um de escultura em massas polímeras (2009). É autora dos livros \"A Girafa Maria\" (2011, Tuttirév), \"Natal também é fado\" (2012, Alfarroba) e \"A Princesa Magalona\" (2014, Alfarroba), à data com o nome Alexandra Graça. [gallery link=\"file\" columns=\"5\" size=\"full\" ids=\"84242,84243,84244,84245,84246,84247,84248,84249,84250,84251,84252,84253,84254,84255,84256,84257,84258\"]
8 de Maio
Feira do Livro de Évora 2026:  Mesa redonda dedicada ao Professor Manuel Ferreira Patrício

Feira do Livro de Évora 2026: Mesa redonda dedicada ao Professor Manuel Ferreira Patrício

 A mesa redonda sobre os Patronos dos Agrupamentos Escolares focou-se esta manhã (8 de maio) no Professor Manuel Ferreira Patrício, patrono do Agrupamento de Escolas como mesmo nome. A importância do método pedagógico criado pelo Professor Manuel Ferreira Patrício na dinamização do Centro Educativo Alice Nabeiro, a personalidade humanista, os trabalhos ainda inéditos que estão ainda a ser estudados sob orientação do Professor e Investigador Luís Sebastião, foram alguns dos aspectos salientados na conversa que teve lugar esta manhã. Recorde-se que o Professor Manuel Ferreira Patrício (1938-2021) - a quem foi outorgada Medalha de Mérito Municipal (Classe Ouro) em 2006 pela Câmara Municipal de Évora - foi investigador, pedagogo de renome e uma figura de referência na inovação pedagógica, tendo marcado uma geração de professores e, certamente, de forma determinante, o Departamento de Pedagogia da Universidade de Évora. Manuel Ferreira Patrício foi também Reitor da Universidade de Évora entre 2002 e 2006, condecorado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e diretor-geral do Departamento do Ensino Superior do Ministério da Educação, entre muitos outros cargos de relevância nacional na área da Educação. Na referida mesa redonda, estiveram João Nabeiro e Luis Sebastião, sendo moderada pelo Presidente da Direção do Agrupamento de Escolas Manuel Ferreira Patrício, Professor Manuel Cabeça. Pode conhecer mais sobre este Agrupamento de Escolas em aemfp.pt  O professor Luis Sebastião é licenciado em Pedagogia e Geologia e doutor em Ciências da Educação, com especialização em Filosofia da Educação pela Universidade de Évora, com uma tese centrada nos fundamentos pedagógicos de Pierre Teilhard de Chardin. Iniciou a sua carreira académica em 1984 no Departamento de Pedagogia e Educação da Universidade de Évora como assistente do Professor Manuel Ferreira Patrício, onde desenvolveu toda a sua trajetória académica. Foi Presidente do Conselho de Administração do Instituto Português da Juventude (1993-1995). Também foi Presidente do Departamento de Pedagogia e Educação (2002-2010 e 2015-2017) e Vice-Reitor da Universidade de Évora (2001-2006). As suas áreas de interesse, refletidas nas suas publicações, abrangem a Filosofia da Educação, Educação e Valores, Educação para a Cidadania, Políticas Educativas e Bioética. João Nabeiro é atualmente Presidente do Conselho de Administração do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, grupo empresarial português criado há mais de meio século, líder nacional na área dos cafés torrados há mais de duas décadas e presentes em mais de 40 países. [gallery link=\"file\" columns=\"5\" size=\"full\" ids=\"84219,84220,84221,84222,84223,84224,84225,84226,84227,84228,84229,84230,84231,84232,84233,84234,84235,84236,84237,84238\"]  
8 de Maio
Na Feira do Livro de Évora:  Nuno Vilaranda alertou mais novos para o valor da segurança na estrada   

Na Feira do Livro de Évora: Nuno Vilaranda alertou mais novos para o valor da segurança na estrada  

O livro infantil “O Velocidades, o Cadeirinhas e os Seus Sete Amigos: O regresso pela nacional N. º2”, de Nuno Vilaranda, foi apresentado no dia 4 de maio, na Feira do Livro de Évora. Um conto que fala, de forma educativa, das questões de segurança e prevenção rodoviária, alertando os mais novos para os comportamentos na estrada que devem ser evitados. Trata-se de uma trilogia, sendo este segundo livro fruto de uma viagem de bicicleta que o autor fez pela mítica Estrada Nacional 2 durante 6 dias, ao longo da qual foi alertando as crianças e jovens para a necessidade de proteção na estrada e distribuindo gratuitamente livros aos mais novos. O terceiro volume, ainda por lançar, encerrará esta temática, contendo este também uma mensagem de esperança, com a tónica colocada na prevenção. Nuno Vilaranda, militar da GNR e sociólogo, multifacetado autor, falou igualmente de outros livros seus, entre os quais se destacam “Filhos do (Des)Amor”, “Pai, Vem-me Ver” ou “Os Cavaleiros do Monte da Lua”. “Tento fazer algo para que a sinistralidade baixe e morram menos jovens na estrada”, explicou o escritor, com a sua habitual frontalidade e generosidade, procurando também através das ilustrações e de um jogo de cartas consciencializar os mais novos para a importância de evitar cometer erros na estrada, cujo mais grave é a morte. [gallery link=\"file\" columns=\"5\" size=\"full\" ids=\"83931,83932,83933,83934,83935,83936,83937,83938,83939,83940,83941,83942,83943,83944\"]    
5 de Maio
Documentos
Conhecer
Acessos rápidos
Alentejo Central

CIMAC

A Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central é uma pessoa coletiva de direito público de natureza associativa e âmbito territorial e visa a realização de interesses comuns aos municípios que a integram.
www.cimac.pt
Descarregue a nossa app