Concurso “Árvores de Natal Recicladas 2021”
Sorteio de Natal
Acompanhe, informe-se, participe
Pagamento Móvel – Plataforma iParque
App do Município
Serviço Online – ÁGUAS
Guia da Semana
Newsletter “Évora Local”
Newsletter “Évora Local”
Newsletter “Évora Local”
VER +
Atendimento
Agenda
Notícias
Dia Internacional da Cidade Educadora Celebrado em Évora

Dia Internacional da Cidade Educadora Celebrado em Évora

Celebrou-se no passado dia 30 de novembro em todo o Mundo a sexta edição do Dia Internacional da Cidade Educadora. O Município de Évora, que integra este movimento desde há duas décadas, associou-se à iniciativa com um programa próprio que culminou com uma sessão comemorativa no Palácio de D. Manuel. “A Cidade Educadora não deixa ninguém para trás” foi o lema adotado a nível mundial para as comemorações do ano de 2021. A sessão em Évora teve lugar no Palácio de D. Manuel onde marcaram presença, para além do Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, perto de meia centena de personalidades em representação de instituições da cidade que, em cada uma das mais diversas áreas, intervêm ativamente num processo educativo comunitário que se enquadra nos princípios que norteiam o conceito de “Cidade Educadora”. De acordo com estes princípios, todas estas instituições, na sua qualidade de agentes ativos nas mais diversas vertentes: cultural, social, de ensino, ou outras, são corresponsáveis pelo património coletivo que é a educação entendida de forma global, tendo cada um deles por si só e em conjunto a capacidade de fazer do espaço que habitamos verdadeiras “cidades educadoras”. A sessão de abertura teve início com um momento musical proporcionado por um trio de clarinetes da Orquestra Juvenil de Sopros de Évora. De seguida o Presidente da Câmara Municipal de Évora, na intervenção que proferiu, referiu-se aos cinco princípios básicos da Carta das Cidades Educadoras como potenciadores de um processo de desenvolvimento educativo integrado, que deverá ter em conta a justiça e a igualdade de oportunidades entre os cidadãos, sem quaisquer espécies de discriminações. Carlos Pinto de Sá, a concluir, deixou a todos a mensagem de que “… mais importante do que as palavras é o que temos no terreno para concretizar” referindo-se aos princípios enunciados nos objetivos do movimento. “… é o que podemos fazer para ir mais longe em projetos, em propostas, em ideias, mas sobretudo em ações que permitam concretizar esta ideia de Cidade Educadora”, não deixando de referir alguns exemplos práticos de ações e iniciativas que vão tendo lugar no Concelho de Évora. A Sessão Comemorativa do Dia Internacional das Cidades Educadoras prosseguiu com a apresentação de dois projetos exemplares que tiveram concretização, um em Pontevedra sobre mobilidade urbana e outro em Cascais sobre ludicidade. No final, o momento alto da sessão ocorreu com a entrega aos participantes do livro que apresenta o resumo das comunicações que foram desenvolvidas num encontro de reflexão sobre esta temática, organizado pela Câmara Municipal de Évora em Abril passado. A sessão ficou concluída com uma visita guiada ao Centro Interpretativo da Cidade de Évora, localizado no primeiro piso do Palácio de D. Manuel. O conceito de Cidade Educadora nasceu em Barcelona, nos anos noventa do século passado, assente na ideia de que a cidade é, por si própria, um agente educador. Deste modo, todos os seus espaços, bem como todas as ações que nela decorrem têm potencialidade educadora, uma vez que são espaços de opinião e de liberdade, pluralismo e multiculturalidade. O movimento das “Cidades Educadoras” existe e intervém ativamente em todo o Mundo, estando a ele associadas 497 cidades de 35 países em todos os continentes. Em Portugal, Évora é uma das 88 cidades aderentes. Os interessados têm ainda oportunidade de aceder à gravação da sessão através do youtube no seguinte endereço: https://youtu.be/MtrQ50eDJNY [gallery link=\"file\" size=\"full\" ids=\"29714,29713,29712,29711\"]
2 de Dezembro
Assembleia Municipal de Évora elegeu representantes para congresso da ANMP, CMJE e CIMAC

Assembleia Municipal de Évora elegeu representantes para congresso da ANMP, CMJE e CIMAC

A Assembleia Municipal de Évora realizou uma sessão extraordinária no dia 26 de Novembro em que elegeu os membros que irão representar as Juntas de Freguesia ou Uniões de Freguesias do concelho no XXV Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), bem como no Conselho Municipal de Juventude de Évora (CMJE) e na Assembleia Intermunicipal da CIMAC – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central. Para representar as freguesias no XXV Congresso da ANMP, foi eleito Luís Pardal (Presidente da União de Freguesias do Bacelo e Senhora da Saúde) como membro efectivo e Bernarda Cota (Presidente da Junta de Freguesia de Canaviais) como membro suplente, em lista proposta pelo PS, que obteve 16 votos. A Coligação “Mudar com Confiança” também apresentou uma lista que obteve 9 votos. Registaram-se 8 votos brancos Seis membros da Assembleia foram eleitos para o Conselho Municipal de Juventude de Évora, oriundos das forças políticas com maior representatividade, a saber: Ana Beatriz Cardoso (PS), Elmina Lopes (CDU), Francisco Brito (Coligação Mudar com Confiança), Maria Cristina Mata (Movimento Cuidar de Évora), Bruno Martins (BE) e Luís Roma (Chega). Os representantes na Assembleia Intermunicipal da CIMAC – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central são oriundos da Lista A, que venceu com 13 votos e que elegeu José Figueira (CDU), José Santos (Coligação Mudar com Confiança) e João de Sousa (Movimento Cuidar de Évora) e da Lista B, que obteve 7 votos, e que elegeu Paula de Deus (PS). Registou-se 1 voto branco. No início da reunião, o Presidente da Assembleia convidou o Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, a dirigir-se à Assembleia, o que este agradeceu, proferindo de seguida uma breve intervenção em que saudou a AME e manifestou a disponibilidade de colaboração da Câmara. Fez, também, o ponto de situação da pandemia no Concelho, informando que é previsível que o número de casos continue a aumentar nas próximas semanas, havendo à data 8 dezenas de casos activos e 4 doentes internados no Hospital. O município continuará a acompanhar e a intervir, seguindo as indicações da Saúde Pública quanto a esta matéria. O Presidente da Assembleia Municipal de Évora, Jorge Araújo, informou que este órgão tem novas instalações nos Paços do Concelho e que o próximo passo é terem corpos técnicos próprios para dinamizar o funcionamento da AME e reorganizar os arquivos, uma vez que atualmente o pessoal é cedido pela Câmara Municipal. Estão também em preparação os cartões de identificação dos deputados municipais. Falou ainda da possibilidade de realização de nova sessão da AME em Dezembro para indigitar os membros que a representarão nas variadas Comissões e para votação de matérias referentes à Câmara Municipal.   [gallery link=\"file\" columns=\"2\" size=\"full\" ids=\"29703,29704,29705,29706\"]
2 de Dezembro
Artes à Escola recupera sessões interrompidas pela pandemia

Artes à Escola recupera sessões interrompidas pela pandemia

O projeto municipal “Artes à Escola” está retomar as sessões que foram interrompidas devido à pandemia e a preparar a nova edição com os parceiros. Neste sentido foram realizadas, no primeiro período deste ano letivo três iniciativas, que estavam por realizar ainda da 2ª edição do Artes à Escola: “Beatriz e o Peixe Palhaço” espectáculo de teatro dirigido a crianças do 1º Ciclo, apresentado no Espaço da Bruxa Teatro nos dias 27, 28 e 29 de outubro. “E todos os Heróis morrem” e o “Levantei-me do Chão”, iniciativas dirigidas aos jovens do secundário e que contaram com a colaboração da Escola Secundária André de Gouveia e a Escola Secundária Severim de Faria. “E todos os Heróis Morrem” teve lugar no dia 23 novembro, na Escola Secundária André de Gouveia. Oficina que procurou sensibilizar os alunos para reflectir sobre o trajecto das guerras e lutas entre estados, passando pela história do século XX da Europa, tendo em conta os momentos conturbados que vivemos. A apresentação contará com uma oficina na área do teatro, seguido de conversa, assente nas diversas narrativas pela qual a Europa é composta. Com Hugo Miguel Coelho /Projeto coisasdocorpo. Com a realização destas 3 iniciativas que estavam programadas no âmbito da Edição do Artes à Escola 2019-20, foi possível concretizar e fechar o que estava planificado na 2ª edição do projeto e que passou pela realização 52 atividades culturais distintas, envolvendo 22 artistas e agentes culturais, num total de 90 ações apresentadas em vários espaços do concelho. No atual contexto, o Artes à Escola procurou adaptar-se à nova realidade encontrando uma forma para prosseguir. O futuro apresenta desafios que nos lançam para a descoberta de soluções que possam garantir um crescimento sustentável da nossa sociedade, no que toca às suas relações sociais, culturais e identitárias. A Arte e a Cultura devem integrar a educação e a formação das crianças, dos jovens e, de uma forma geral, de toda a comunidade; só assim estaremos a contribuir para a construção de uma cidade educadora e, em termos globais, de uma sociedade evoluída. É seguindo esta premissa que o Artes à Escola deve continuar a consolidar os seus objetivos, encontrando formas para desenvolver e promover o seu programa, evidenciando a necessidade de partilha e de aprendizagem entre a comunidade educativa, a esfera artística e cultural e a comunidade no seu todo. Artes à Escola é um projeto que pode contribuir para que Évora seja um lugar de referência no que diz respeito à forma como se olha e se partilha a educação e a cultura. É neste sentido que estamos a preparar e a promover a 3ª edição do projeto. [gallery link=\"file\" columns=\"4\" size=\"full\" ids=\"29650,29651,29652,29653\"]
29 de Novembro
Câmara de Évora e Associação Ser Mulher juntas no apoio a crianças e jovens vítimas de violência

Câmara de Évora e Associação Ser Mulher juntas no apoio a crianças e jovens vítimas de violência

A Câmara Municipal de Évora participou esta semana na assinatura de um protocolo com a Associação Ser Mulher e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Évora para implementação de uma Resposta de Apoio Psicológico a Crianças e Jovens Vítimas de Violência Doméstica. Foi com a apresentação e assinatura do referido protocolo no dia 25 de Novembro - extensível a todos os municípios do distrito de Évora - que a Associação Ser Mulher decidiu assinalar o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres. Esta nova resposta está inserida no âmbito da Estrutura de Atendimento Técnico Territorializado de Apoio às Vítimas e para a sua implementação foram contratadas duas psicólogas que se deslocarão aos diversos concelhos. A assinatura do protocolo foi antecedida de uma cerimónia nas instalações da Ser Mulher, onde interveio para além da Presidente da Associação, Ana Beatriz Cardoso, o Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, o Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas, Luís Dias, a Presidente da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Évora, Ana Luísa Botto, a representante da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, Sara Moreira, entre outras entidades. Refira-se que a Associação Ser Mulher https://www.facebook.com/etav.sermulher integra a Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica assegurando as respostas como Casa Abrigo para vítimas de violência doméstica e filhos e a Estrutura de Atendimento Técnico Territorializado a Vítimas de Violência Doméstica (ETAV). A resposta ETAV resulta de um projeto apresentado e aprovado pelo Programa Operacional Inclusão Social e Emprego para criação de estruturas territorializadas de atendimento especializado e acompanhamento (através de apoio, social, psicológico e jurídico) a vítimas de violência em relações de intimidade. No ano de 2021 foi celebrado entre o Município de Évora e esta entidade um protocolo de que resultou a implementação desta resposta no concelho. Foram ainda celebrados protocolos com os concelhos de Mourão, Alandroal, Arraiolos, Montemor-o-Novo, Redondo e Reguengos de Monsaraz e com as Freguesias de Canaviais, Horta das Figueiras, Malagueira e São Manços e São Vicente do Pigeiro. “O Município de Évora foi sempre um parceiro importantíssimo e estratégico que nos tem apoiado nas nossas actividades”, sublinhou a Presidente da Associação Ser Mulher, destacando o trabalho desenvolvido em conjunto com os municípios do distrito e considerando que esta nova resposta vem colmatar a necessidade fundamental de apoiar crianças e jovens “que não podem viver neste contexto de violência e ser esquecidas”.   Também o Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, reconheceu que a pandemia agravou bastante as desigualdades sociais e económicas e as situações de violência no seio familiar pelo que é imprescindível esta nova resposta no terreno e o prosseguimento do trabalho conjunto. “A pandemia mostrou que temos de trabalhar em conjunto para dar respostas capazes porque os recursos são muito poucos”, salientou o autarca na sua intervenção.
29 de Novembro
Artes à Escola despertou jovens para ler Saramago e conhecer a história dos antifascistas portugueses

Artes à Escola despertou jovens para ler Saramago e conhecer a história dos antifascistas portugueses

O projecto educativo municipal “Artes à Escola” levou, no dia 24 de Novembro, ao Auditório da Escola Secundária Severim de Faria (ESSF) o espectáculo “Lado B Levantei-me do Chão”, inspirado na obra de José Saramago https://www.josesaramago.org Trata-se de uma versão reduzida e simplificada estética e tecnicamente do espectáculo “Levantei-me do Chão”, estreado em 2021, criado e interpretado por Carlos Marques e produzido pela Cooperativa Cultural Trimagisto  https://www.trimagisto.pt Após o espectáculo seguiu-se uma conversa com o ator Carlos Marques, tendo o professor de História, João Simas (ESSF), feito a apresentação dos convidados: Silvina Miranda (filha de Dinis Miranda, preso político do regime de Salazar) e Clemente Alves (preso político e membro do conselho nacional da URAP - União Resistentes Antifascistas Portugueses. O Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá também fez questão de assistir ao espectáculo e cumprimentar os dois resistentes antifascistas. Uma manhã que incluiu a realização de duas sessões em que os jovens assistiram a um concerto teatral que os despertou para a literatura do escritor José Saramago, nomeadamente para o livro “Levantado do Chão”. Nele, o escritor descreve a vida de três gerações de trabalhadores alentejanos oprimidos pela ditadura fascista e vítimas das injustiças cometidas pelos grandes latifundiários que mandavam na terra e no país, para quem trabalhavam num regime de semi-escravatura. Gradualmente o povo toma consciência, revolta-se e luta por condições mais dignas de vida e trabalho. Foi também para falar deste sofrimento em que vivia o povo e desta luta que vieram à escola para conversar com os jovens Silvina Miranda e Clemente Alves. Dois portugueses que sofreram directamente na pele, desde muito cedo, as consequências da ditadura. Silvina Miranda falou da vida da sua família, do sofrimento constante com ambos os pais presos - ainda ela e a irmã eram crianças - apenas por ousarem contestar a miséria e exploração laboral de que eram vítimas. Recordou também as invasões da casa pela PIDE, as visitas às diversas cadeias onde, por vezes, mal reconhecia o pai que era vítima de torturas, da vida em clandestinidade, da discriminação de que era alvo apenas por ser filha de antifascistas, do trabalho diário numa fábrica assim que terminou a 4ª classe e do seu desejo de aprender mais que a levou a estudar à noite. Clemente Alves foi preso com 18 anos, na véspera do seu casamento. Falou da tortura de que foi alvo na prisão, nomeadamente a do sono, apenas por pensar diferente e por ter a coragem de não denunciar os amigos que pensavam como ele. Por pensar pela sua cabeça e apontar as injustiças, entre elas os salários miseráveis e a fome que os atormentava. Por se revoltar contra as injustiças existentes em Portugal e a falta de futuro para os jovens que com 18 anos eram obrigados a ir para a tropa durante quatro anos, a maioria para a guerra nas colónias portuguesas. Como o irmão dele, que foi para Timor onde enlouqueceu e nunca ultrapassou os traumas da guerra que Salazar mantinha em Africa e na Asia para continuar a oprimir também aqueles povos. No final, ambos deixaram um apelo aos jovens: “A liberdade nunca é um bem adquirido e se não souberem pensar pela vossa cabeça o fascismo virá, tomará conta das vossas vidas e do vosso futuro. O futuro do nosso país são vocês e esta página negra da nossa história não está ainda contada. Escolas e universidade têm de explicar aos jovens o que foi o fascismo, o mal que causou às pessoas e a necessidade de estar alerta para que as ditaduras não retornem”. Também o actor Carlos Marques chamou a atenção para o estado de excepção imposto pela pandemia e o grande perigo que corre a democracia: “Em prol de uma doença ou de alterações climáticas, por exemplo, os políticos podem criar estados de excepção que rompem a nossa liberdade e temos de estar atentos”.  
29 de Novembro
21.27 – Meia Maratona | Cabaço e Rivera vencem em Évora

21.27 – Meia Maratona | Cabaço e Rivera vencem em Évora

Raquel Cabaço, em representação do seu clube, e o espanhol Jorge Rivera, foram os grandes vencedores da Évora 21.27 – Meia Maratona que, este domingo, se disputou na cidade classificada Património Mundial, com a eborense a completar os 21 quilómetros em 01;24;58 horas e o atleta extremenho em 01;08;25h. Coletivamente, em masculinos, venceu o Clube Raquel Cabaço e em femininos o grupo Correr em Évora. O atleta que viajou desde Espanha ficou à frente do portalegrense Bruno Paixão, que representa o Beja Atlético Clube, e de José Gaspar, que cortou a meta em terceiro lugar respetivamente. Nas senhoras, o segundo lugar foi ocupado por Liliana Veríssimo (01;25;28h) e Inês Pinto (01;30;09h Greca Vagos), respetivamente. Para a eborense Raquel Cabaço a vitória na terra natal tem “um sabor especial, principalmente porque hoje o meu pai faz anos a quem, naturalmente dedico esta vitória, ele que é o meu melhor amigo”. Sobre a prova, Cabaço salientou o facto de conhecer o percurso o que “de alguma forma ajuda bastante, pese embora o forte vento que se fez sentir, principalmente na Estrada de Viana e depois na subida da Rua da República”. Jorge Rivera, por seu turno, destacou a beleza monumental da cidade, salientando o prazer que foi correr numa cidade classificada pela Unesco, em que “o percurso seguia pelos principais monumentos da cidade. De resto, a prova correu-me muito bem e tudo estava muito bem organizado. Outro aspeto positivo da corrida foi a animação. Havia inúmeros momentos musicais o que para quem vai a correr funciona como uma dose extra de cafeína. Estão todos de parabéns”. Nos 10 quilómetros, a vitória, em cavalheiros, pertenceu a Carlos Papacinza, que ficou à frente de João Baioa e de Tiago Graça, respectivamente. Nas senhoras, a mais rápida nos 10 mil metros foi Raquel Trabuco, enquanto que Carla Almeida e Cláudia Batuca ocuparam o segundo e terceiro lugar do pódio. Coletivamente, a Casa de Benfica de Reguengos de Monsaraz venceu nos dois géneros. Paulo Guerra, tetra campeão da Europa de Corta-Mato, antigo atleta do Grupo Desportivo Diana, clube com sede em Évora, foi um dos 1700 participantes na iniciativa e no final da mesma mostrava-se extremamente orgulhoso com a adesão dos eborenses e dos alentejanos em geral. “É bom que as pessoas percebam a importância da atividade desportiva para o seu bem-estar. Até nesta altura, com as contingências que todos nós sabemos, se praticarmos desporto aumentamos a nossa imunidade”. Sobre a sua presença em Évora, onde foi aluno e atleta, Paulo Guerra salientou que no Mundo há dois sítios onde se sente em casa: “Sevilha, onde ganhei por duas vezes um dos crosses mais importantes, e Évora. Passados 31 anos regressei a esta linda cidade que teve um papel preponderante antes de rumar ao Sporting Clube de Portugal. Vesti a camisola dos Diana e do Arraiolense e foi esta gente do Alentejo que teve um contributo fundamental para o meu sucesso desportivo”. A Évora 21.27 – Meia Maratona, que procura assinalar a data da classificação do Centro Histórico como Património da Humanidade e a Candidatura da cidade a Capital Europeia da Cultura, é uma organização da Câmara Municipal de Évora. Para o edil eborense, Carlos Pinto de Sá, a concretização desta iniciativa é uma grande vitória. “Conseguimos ganhar de novo o espaço público, trazer as pessoas para a rua, e dizer que podemos viver com a pandemia desde que respeitemos as regras”. “É uma alegria imensa ter esta gente toda aqui, atletas e familiares, grupos de animação, e todo o pessoal da organização, que foi inexcedível na forma como trabalhou no sentido de garantir todas as condições para demonstrar que é possível viver com a pandemia. Julgo que pró ano conseguiremos ter muitos mais participantes”. [gallery link=\"file\" columns=\"2\" size=\"full\" ids=\"29555,29556,29557,29558\"]
29 de Novembro
Documentos
Conhecer
Acessos rápidos
Alentejo Central

CIMAC

A Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central é uma pessoa coletiva de direito público de natureza associativa e âmbito territorial e visa a realização de interesses comuns aos municípios que a integram.
www.cimac.pt
Nome
Email
Descarregue a nossa app