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Colóquio comemorativo dos 50 anos do 25 Abril discutiu a Justiça antes e depois da Revolução

Colóquio comemorativo dos 50 anos do 25 Abril discutiu a Justiça antes e depois da Revolução

O futuro da Justiça, em Portugal, esteve em discussão no colóquio comemorativo dos 50 anos do 25 Abril que decorreu no Tribunal da Relação de Évora. Organizado por esta instituição de Justiça, em conjunto com a Câmara Municipal de Évora e a Universidade de Évora, o evento contou com uma vasta audiência composta pelos vários setores do sistema judicial, político e da sociedade civil. Na sessão de abertura, que contou com um momento musical pelo Grupo Coral Cantares de Évora, o Presidente da Câmara Municipal, Carlos Pinto de Sá, manifestou a esperança na construção de um mundo melhor, para o que considera essencial a intervenção da Justiça. Albertina Pedroso, Presidente do Tribunal da Relação, e Hermínia Vasconcelos Vilar, Reitora da Universidade, acompanharam o autarca eborense na sessão inicial deste colóquio. Na iniciativa estiveram em debate temas relacionados com os Direitos Humanos, os Direitos Civis e os Direitos da Família, com as diferenças entre o antes e depois da Revolução dos Cravos em perspetiva. O futuro da Constituição para os próximos 50 anos foi outra temática em evidência. Foi ainda inaugurada a exposição “Resgatar do Silêncio”, que pode ser visitada no Tribunal da Relação até 10 de maio, com o objetivo de desvendar “uma época de opressão e resistência.” O programa completo e em atualização permanente das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril pode ser consultado em www.cm-evora.pt. [gallery link=\"file\" size=\"full\" ids=\"60932,60933,60934,60931,60930,60929,60928,60927,60926,60925\"]
23 de Abril
Homenagem ao escritor Luís Carmelo na Feira do Livro de Évora

Homenagem ao escritor Luís Carmelo na Feira do Livro de Évora

A homenagem e o lançamento dos romances “Talvez o Ciclone” e “E Deus Pegou-me Pela Cintura” do escritor Luís Carmelo teve lugar na tarde de 21 de abril, no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora. Um evento inserido na Feira do Livro que reuniu amigos, familiares e leitores que quiseram homenagear o escritor um ano após a sua morte, mas também expressar o seu apoio à sua esposa, a Professora Isabel Bezelga. Dos amigos muito próximos, destacam-se, entre outros, o pintor António Couvinha e o fotógrafo José Manuel Rodrigues, também eles exilados na Holanda no tempo da ditadura de Salazar e que só após a Revolução de 25 de Abril de 1974 puderam regressar a Portugal. A apresentação do livro póstumo: “Talvez o Ciclone” e a reedição do livro “E Deus Pegou-me pela Cintura” [Guerra & Paz Editores] foi feita pelas professoras universitárias Cláudia Sousa Pereira e Teresa Maia Carmo e também por João Nogueira (Guerra & Paz Editores). Contou ainda com um testemunho de Manuel S. Fonseca (Administrador Editorial da Guerra & Paz). Através da palavra e do vídeo recordou-se o escritor, a sua vida e a sua obra, tendo o fotógrafo José Manuel Rodrigues oferecido uma foto inédita de Luís Carmelo que deu ainda mais força à cerimónia. “É uma merecida homenagem a Luís Carmelo, um ano após a sua última aparição em público aquando do lançamento do seu livro intitulado “Planisfério”, considerou à margem da sessão a Professora Cláudia Sousa Pereira. “Luís Carmelo criou uma escola de jovens autores publicados na editora Nova Mymosa” recordou ainda a sua mulher, Isabel Bezelga, expressando satisfação pelo facto do editor da Guerra & Paz ter apostado neste livro póstumo. Tratou-se de um processo difícil, uma vez que ainda não estava tudo decidido, estava ainda na gaveta, mas agora junta-se aos seus irmãos, completando assim esta trilogia. “Devia isso aos seus amigos de Évora que era a sua cidade, esteve cá há um ano e voltou agora. Deixou de estar em carne e osso, mas pode estar de muitas maneiras”, considerou ainda Isabel Bezelga. Pode conhecer mais sobre o escritor em https://luiscarmelo.net/ [gallery link=\"file\" columns=\"1\" size=\"full\" ids=\"60874,60875,60876,60877,60878,60879,60880,60881,60882,60883,60884,60885,60886,60887,60888,60889,60890,60891,60892\"]
22 de Abril
Templo Romano iluminado para assinalar prevenção de maus tratos na infância

Templo Romano iluminado para assinalar prevenção de maus tratos na infância

O Templo Romano está iluminado com uma cor especial para assinalar que abril é o Mês Internacional da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância. Uma decisão consensualizada na Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Évora que se associa a esta efeméride, a decorrer no mês de abril em todo o país. Associado a esta causa está o Laço Azul e todas as ações tendentes a lançar a sensibilização para este tema pretendem despertar a consciência dos cidadãos, sob o lema \'Serei o que me deres … Que seja Amor\'. A história do laço azul começou quando Bonnie W. Finney atou uma fita azul à antena do seu carro para alertar para a questão dos maus tratos, já que os seus netos eram vítimas dos mesmos.  Esta causa passou a ser o símbolo mundial de alerta para a preocupação de envolver a comunidade na prevenção dos maus tratos na infância. O desafio foi também lançado em Évora às crianças das Escolas do 1.º ciclo do Concelho para elaboração de Laços Azuis com materiais recicláveis e conta com a colaboração da Polícia de Segurança Pública de Évora. Os laços azuis serão expostos em espaço público ainda a definir. Em colaboração com o Projeto AmanhArte – Programa Escolhas, as crianças da União de Freguesias da Malagueira e Horta das Figueiras estão a construir Laços Azuis que vão ser distribuídos pela comunidade. Será ainda realizada uma sessão de sensibilização com os pais das crianças sobre os Direitos das Crianças. Pretende-se com estas iniciativas tornar visível o interesse comum das entidades e instituições do concelho relativamente à problemática dos maus tratos na infância, consciencializando a comunidade para o seu papel na prevenção do abuso infantil, bem como promover nas famílias o exercício de uma parentalidade positiva, sem recurso à violência verbal, física e psicológica. [gallery link=\"file\" columns=\"2\" size=\"full\" ids=\"60847,60848\"]
19 de Abril
Festival de Ciência deu a conhecer cursos e investigação na Universidade de Évora

Festival de Ciência deu a conhecer cursos e investigação na Universidade de Évora

Cerca de 100 docentes e investigadores participaram em mais de 40 atividades no âmbito do Festival de Ciência 2024 que decorreu no dia 17 de abril, na Universidade de Évora, integrado no Dia Aberto da Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora. O Vereador da Educação da Câmara Municipal de Évora, Alexandre Varela, foi um dos intervenientes na sessão de abertura que se realizou no Colégio Luís António Verney, espaço onde se deu a conhecer à população os diversos cursos que oferece a Escola de Ciências e Tecnologia e o trabalho realizado na área do ensino e da investigação. Um trabalho que todos podem conhecer mais ao pormenor em https://www.ect.uevora.pt/ No pátio central do referido Colégio realizou-se uma exposição muito diversificada das atividades do Festival e este contou ainda com um conjunto de circuitos organizados pelos diversos Departamentos, Laboratórios e Centros de Investigação. Aproximar o público da Ciência e mostrar aos futuros alunos os cursos que podem frequentar foram dois dos principais objetivos desta mostra, onde o convívio entre os diversos participantes e o público teve também significativa importância. [gallery link=\"file\" columns=\"5\" size=\"full\" ids=\"60821,60820,60819,60818,60817,60816,60815,60814,60813,60812,60811,60810,60809,60808,60806,60805,60804,60803,60802,60801,60800,60799,60798,60797,60796,60795,60794\"]
18 de Abril
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